quinta-feira, novembro 15, 2007

Homenagem a Miguel Torga “Aqui, Diante de Mim”


no 87º Aniversário da Tomada da Bastilha

organizado pela Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa


Casino Estoril – dia 24 de Novembro


Esta será uma recriação da vida de Torga (a escola, o seminário, o Brasil, Coimbra, a prisão, a morte da mãe, a liberdade e a sua relação com a Pátria) da responsabilidade de Carlos Carranca com a actuação de mais de noventa alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, contendo momentos cénicos de canto, dança e poesia.


Participação especial de Marco Medeiros ao piano e de Luiz Goes.


Inscrições na AAECL

Rua António Pereira Carrilho, 5 1º

1000-104 Lisboa


tel: 218 494 197

fax: 218 494 208

e-mail: aaecl@sapo.pt

2 Comments:

Blogger António Viriato said...

Caro Amigo Carlos Carranca,

Venho aqui de novo, à sua tribuna privada, aproveitando a ausência de portas, para lhe manifestar o meu agrado pelo seu desempenho de ontem, no Casino do Estoril, na festa anual da AAECL.

A ideia de dedicar uma homenagem a Miguel Torga, ao acabar do ano em que se comemora o centésimo aniversário do seu nascimento, feita a partir de quadros evocativos da sua vida de homem português, pobre, lutador, emigrante até, poeta, médico, escritor consagrado, etc., foi uma ideia arrojada pelo contexto em que ela se realizou.

Com economia de recursos, num cenário austero, a sobriedade dominou, bem sustentada naquela juventude dos Estudantes de Teatro de Cascais, que, com entusiasmo e voluntarismo, o acompanharam a V., Carlos Carranca, no palco. Afinal, o cenário, todo ele, quadrava com o perfil intelectual e ético do autor.

E, mesmo no enquadramento em que ele se inseriu, após espectáculo de cunho internacional, que me pareceu de boa categoria profissional, a figura de Torga, a importância da sua mensagem resistiu, creio, pese a dispersão mental para que o meio nos puxava.

Com ironia, alguém poderá dizer, o local tem sido generoso com Torga, ainda em vida, já perto do seu final, para o distinguir com Prémio e, depois de morto também, para nele se evocar a sua memória de verdadeiro criador literário e de cidadão eticamente impoluto, que sempre soube ser.

Por mais esta sua valiosa contribuição cultural o felicito, como cumpre fazer, a quem aprecia valores ético-culturais, hoje visivelmente em franco declínio, pouco praticados, e até já raramente sequer afirmados.

É confortante, por isso, ver que há quem, apesar das dificuldades, vai conseguindo erguer alguma coisa… Porque, na verdade, também hoje, haverá sempre alguém que resista… Mas, é obviamente preciso aumentar o seu número.

Um abraço de amizade,

AV_25-11-2007

11:48 da manhã  
Blogger César Augusto said...

Categoria!

3:03 da manhã  

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